Menino

THE LITLE BOY

Psychology 533 - Excepcional Children - Use of Bridgesport

Era uma vez um menino que ia à escola

Ele era bastante pequeno,

E ela era uma grande escola.

Mas quando o menininho

descobriu que podia ir à sua sala sozinho

caminhando através da porta da rua

ele ficou feliz.

E a escola não mais parecia

tão grande quanto antes.

Uma manhã,

quando o menininho estava na escola,

a professora disse:

“Hoje nós iremos fazer um desenho”.

“Que bom! pensou o menino.

Ele gostava de fazer desenhos.

Ele podia fazê-los de todos os tipos:

leões, tigres, galinhas e vacas, trens e barcos

e ele pegou uma caixa de lápis

e começou a desenhar.

Mas a professora disse: “Esperem”!

“ainda não é a hora de começar.”

Ela esperou até todos estarem prontos.

“Agora” disse a professora,

“nós iremos desenhar flores”.

“Que bom”! pensou o menininho

Ele gostava de desenhar flores

E ele começou a desenhar bonitas flores

com seu lápis rosa, laranja e azul.

Mas a professora disse: “esperem”!

“Vou mostrar como fazer”.

A flor era vermelha, com o caule verde.

“Assim”, disse a professora,

“Agora vocês podem começar”.

O menininho olhou para a flor da professora,

então olhou para a sua flor.

Ele gostava mais da sua flor.

Mas não podia dizer isto.

Ele virou o papel

e desenhou uma flor igual a da professora.

Era vermelha com o caule verde.

Num outro dia,

quando o menininho estava em aula ao ar livre,

a professora disse: “Hoje iremos fazer alguma coisa com o barro”.

“Que bom!” pensou o menininho.

Ele gostava de barro.

Ele podia fazer todos os tipos de coisas com o barro:

elefantes e camundongos,

carros e caminhões,

e ele começou a amassar o barro.

Mas a professora disse: “Esperem, não é hora de começar”.

E ela esperou até todos estarem prontos.

“Agora, disse a professora,

“nós iremos fazer um prato”.

“Que bom”, pensou o menininho.

Ele gostava de fazer pratos.

E começou a fazer prato de todas as formas e tamanhos.

A professora disse:

“Esperem, vou mostrar como fazer”.

E ela começou a mostrar a todos como fazer um prato fundo.

“Assim”, disse a professora.

“Agora vocês podem começar.

O menininho olhou para o prato da professora.

Então olhou para o próprio prato.

Ele gostava mais do seu próprio prato, do que o da professora.

Mas ele não podia dizer isso.

Ele amassou o seu barro numa grande bola novamente

e fez um prato igual o da professora.

Era um prato fundo.

Mais cedo o menininho aprendeu a esperar,

a olhar, e a fazer coisas exatamente como as da professora,

e muito cedo ele não fazia mais coisas por si próprio.

Então aconteceu,

que o menino e sua família

mudaram-se para outra casa, em outra cidade,

e o menininho tinha que ir a outra escola.

Esta escola era ainda maior

do que a outra.

Não havia porta da rua para a sua sala

Ele tinha que subir grandes degraus, até a sua sala.

E no primeiro dia, ele estava lá.

A professora disse:

“Hoje nós vamos fazer um desenho”.

“Que bom”, pensou o menininho,

e ele esperou que a professora dissesse o que fazer.

E a professora não disse nada.

Ela apenas andava pela sala.

Quando ela veio até o menininho, disse: “Você não quer desenhar?”

“Sim”, disse o menininho” O que nós vamos fazer?”

“Eu não sei até que você o faça”, disse a professora.

“Como eu posso fazê-lo? perguntou o menino.

“Da maneira que você gostar”, disse a professora.

“E de que cor”? perguntou o menininho.

“Se todo mundo fazer o mesmo desenho, e usar a mesma cor,

como eu posso saber quem fez o que,

o qual o desenho de cada um”?

“eu não sei”, disse o menininho.

E ele começou a fazer uma flor vermelha

com um caule verde.

(Felen E. Buckley)

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